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12
jun
2017

Mulher Muçulmana | A Realidade por trás do Véu – Parte 3

POR Cauê Ribeiro
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Mas sobre a condição da mulher sob o Islã o ponto crucial é o da prática religiosa. Por mais que a mulher seja devota, cumpra com todos os pilares do Islamismo, ainda assim paira sobre ela o estigma da sua inferioridade que não só a faz deficiente em inteligência, como também em religião e isso está claramente registrado no Hadith que demonstra a maneira como as mulheres são vistas: “‘O apóstolo de Allah disse certa vez a um grupo de mulheres: Eu não vi qualquer um mais deficiente em inteligência e religião do que vocês, um homem prudente, sensível pode ser facilmente desencaminhado por alguma de vocês’. As mulheres perguntaram: ‘Ó Apóstolo de Allah, por que somos deficientes em nossa inteligência e religião?’ e ele disse: ‘Não é a evidência de duas mulheres igual ao testemunho de um homem?’ elas responderam que sim. Ele disse: ‘essa é a deficiência da sua inteligência’… ‘não é verdade que uma mulher não pode orar nem jejuar durante a menstruação?’ as mulheres responderam afirmativamente. Ele disse: ‘essa é a deficiência na sua religião’” . As grávidas ou as que deram à luz e as que amamentam, podem ficar por longos períodos sem orar e sem jejuar no período do Hamadã, o que as distancia drasticamente do ideal religioso, visto que ainda que possam ou devam “pagar” o jejum e oração em outra época, tal prática não tem o mesmo valor de quando feito no período estabelecido!

De modo geral no Islamismo nenhum adepto tem certeza de sua entrada no Paraíso. Tal garantia é dada aos que morrem em Jihad ou Guerra Santa. Mas, na qualidade de mulher tal incerteza se aprofunda devido à sua constante dívida para com Allah; à mulher muçulmana resta pouca esperança de entrar no Paraíso. Conta-se que o Profeta de Allah teve visões do inferno que foram registradas três vezes nos Hadiths. Disse ele: “foi-me mostrado o fogo do inferno onde a maioria de seus moradores eram mulheres”.

Para concluir é preciso que se saiba que ainda que sob o escopo da teologia muçulmana, o Islã é um em todo lugar do mundo onde se encontra, sua prática diverge e que nem todas as nações muçulmanas ou grupos muçulmanos agem de conformidade com o que abordamos aqui. Existem sim mulheres que desempenham profissões, frequentam escolas, faculdades, ocupam cargos de liderança, etc. Existem maridos que amam suas esposas, suas filhas e as tratam com dignidade e igualdade junto aos filhos. Em alguns lugares são as próprias muçulmanas que fazem questão de se colocarem sob o véu como sinal de sua religiosidade e devoção.

É preciso lembrar que qualquer ser humano, independente do seu credo religioso, raça, posição social, gênero e escolaridade, está terminantemente perdido se a sua confissão de fé não for aquela que reconhece Jesus Cristo como Deus Único e Salvador e não tiver sua vida transformada pelo Seu Poder Redentor.

Sim, os muçulmanos têm razão quando acusam o ocidente de depravação, quando mostram a maneira preconceituosa como religiões diversas, nações, líderes religiosos e pensadores falaram e trataram as mulheres. Inclua-se nesta lista o próprio Islã e o Profeta de Allah. Que todos estes olhem para Aquele que está acima da religião, que é antes de todos os tempos, Rei sobre todos os reis e reinos, Senhor dos senhores e Soberano sobre todos, o Único que tem a imortalidade e habita em Luz inacessível, que criou homem e mulher a Sua imagem e semelhança, que sendo Deus, tornou-se humano a fim de sentir nossa miséria, identificou-se com homens, escravos, livres, crianças, jovens e idosos. E, por isso mesmo sentou-se à beira de um poço, conversou e pediu água a uma mulher rejeitada pela sociedade; libertou outra possessa de espíritos malignos; permitiu que uma mulher de reputação duvidosa lhe lavasse os pés com as próprias lágrimas; levantou uma menina da morte; restituiu o filho morto de uma viúva desamparada. Perdoou e deixou ir livre uma mulher adúltera; consolou duas irmãs enlutadas; deixou-se tocar por uma mulher com fluxo de sangue; conversou com uma estrangeira e libertou sua filha endemoninhada e como se não bastasse, foi a uma mulher a quem primeiramente apareceu depois da ressurreição e enviou para anunciar aos outros discípulos que Ele vivia.

Não há razão para que qualquer um de nós, seja mulher ou homem, deixemo-nos escravizar por sistemas desprovidos da Verdade. E não justifica que nós, que somos realmente livres, que encontramos nossa realização plena em Cristo Jesus, nos calemos diante da maneira vil com que mulheres muçulmanas ao redor do mundo são tratadas e deixemos que pereçam, a elas e a seus opressores sem conhecer o Deus Verdadeiro.

Deus deseja contar conosco para ouvir e atender ao clamor das muçulmanas assim como Ele ouviu o choro de Agar no deserto. Nós, mulheres cristãs que encontramos em Cristo valor e dignidade, que fomos livres da opressão, da condenação que pesava sobre nós, devemos mostrar misericórdia às oprimidas.

Estávamos perdidas e encontramos o Caminho, no engano da mentira e conhecemos a Verdade, mortas em nossos delitos e pecados e encontramos a Vida. Ele nos agraciou com a salvação, temos entrada no Reino dos Céus, não por obras, mas por Seu sacrifício na cruz. Sejamos, então, portadoras de boas-novas às mulheres que acenam de longe para um paraíso no qual não têm certeza de que entrarão.

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