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10
jun
2017

Mulheres Muçulmanas A REALIDADE POR TRÁS DO VÉU – PARTE 1

POR Cauê Ribeiro
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A REALIDADE POR TRÁS DO VÉU – PARTE 1

Ao falarmos sobre as mulheres muçulmanas imediatamente nos vem à mente sua condição de vida na religião. Contudo nosso olhar deve-se voltar para elas não apenas penalizados pelo que ouvimos das “injustiças” e segregação de que são vítimas, mas, sobretudo, porque não tiveram ainda a oportunidade de ouvir o Evangelho e assim, recebê-lo ou rejeita-lo. Aquele que realmente trouxe dignidade ao gênero feminino – Jesus.

Alguns estudiosos e escritores muçulmanos na tentativa de justificar o Islã de sua maneira vil de tratar as mulheres, lançaram pesquisas e informações a respeito da maneira como o cristianismo, o judaísmo, o budismo, o hinduísmo e muitas culturas como a chinesa, a grega e a europeia tratam ou trataram as mulheres por séculos.

Também se valem dos pensamentos errôneos de emancipação feminina e da busca por igualdade entre os sexos, pleiteadas por grupos de ativistas feministas, como se isso, fosse de fato, visão e ideal de toda mulher ocidental independente de seu credo religioso. Além disso, os muçulmanos acusam o ocidente de falar contra a posição da mulher muçulmana, segundo dizem, com base em falsas suposições e fatos mal interpretados, o que, ainda conforme dizem, faz com que o Islã seja vítima de impiedosa difamação.

O que os muçulmanos não entendem é que todas as religiões e culturas que citam como degradantes do sexo feminino, também estão erradas em seus pressupostos e longe da compreensão Bíblica e do plano de Deus para todos os seres humanos, homens e mulheres e isso inclui o Islamismo.

O Islamismo conta hoje com um bilhão e quinhentos milhões de seguidores e 1/3 deste total são de mulheres.

Os muçulmanos consideram-se descendentes de Abraão através de seu filho Ismael, sendo Agar, então, a mãe dos Árabes. Entenda-se, contudo, que nem todo muçulmano é Árabe e nem todo Árabe é muçulmano! Partindo daqui, antes de tratarmos de fato sobre a condição da mulher sob o Islã, voltemos no tempo até Gênesis 16 onde temos a história como realmente aconteceu e de como, uma escrava, deu à luz um filho a Abraão, que detinha a promessa de trazer O descendente, também prometido a Eva, mãe da humanidade, para redimir esta de seus pecados.

É preciso fazer-se distinção (e isso os muçulmanos não fazem) entre a promessa dada a Abraão de ser o pai de uma multidão através de um filho legítimo e do arranjo feito entre Sara, a esposa, e Agar, a escrava. Ainda que culturalmente uma mulher estéril pudesse formar para si uma família recebendo em seus braços o filho de seu marido com outra mulher (Gn 16.1-4), a promessa não continha esse adendo. Na verdade […] disse Deus, “[…] Sara, tua mulher, te dará à luz um filho, e lhe chamarás Isaque; com ele estabelecerei a minha aliança como aliança eterna para a sua descendência depois dele”.

Deus, porém, não limitou sua atuação e abençoou também a Ismael, a razão, porém, porque abençoou Ismael tem outra conotação vejamos: “[…] em Isaque será chamada a tua descendência. Mas também do filho desta escrava farei uma nação, porquanto ele é da tua linhagem”. (Gn 17.20) Deus abençoou a Ismael, apenas por ser ele da linhagem de Abraão. Mas a bênção especial de formar uma Descendência seria do filho da Promessa, Isaque. Mas, mesmo com a bênção de Deus, era impossível que ambos os meninos crescessem juntos, assim, Agar foi despedida com seu filho que passou a habitar no deserto e sua mãe lhe deu uma egípcia por esposa (Gn 21.20-21). Aqui os muçulmanos, a fim de edificarem sua teologia, afirmam que Abraão estabeleceu Agar e Ismael em Meca, local desolado no deserto, comissionando-os para serem os primeiros missionários, espalhando a “verdadeira” fé naquela região. Afirmam ainda, que juntos, Abraão e Agar construíram a Kaaba.

Tendo isto em mente e compreendendo de onde surgiu a ideia dos muçulmanos de serem descendentes de Ismael através de Agar, consideremos a parte da história, também contada pela Bíblia, sendo assim legítima e verdadeira, de como Deus, encontrou a Agar em sua necessidade, fez-lhe promessas e a abençoou.

Alguns dos textos mais tocantes nesta trama entre Abraão, Sara e Agar são aqueles em que esta é socorrida por Deus em duas ocasiões diferentes, a primeira quando fugia de sua senhora e o Senhor a encontrou. “E ela chamou o nome do Senhor, que com ela falava, El-Roi; pois disse: Não tenho eu também olhado neste lugar para aquele que me vê?(Gn 16.13). E outra vez, após ser despedida com seu filho, finda a água que levavam, ela afastou-se do menino para não vê-lo sucumbir de sede. “Assim, sentada em frente dele, levantou a sua voz e chorou. Mas Deus ouviu a voz do menino; e o anjo de Deus, bradando a Agar desde o céu, disse-lhe: Que tens Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está […] E abriu-lhe Deus os olhos, e ela viu um poço; e foi encher de água o odre e deu de beber ao menino(Gn 21.17-19).

É a partir daqui que consideraremos a realidade das mulheres muçulmanas – as filhas de Agar – e o interesse de Deus por elas. Como Agar naquele deserto, hoje, milhares de muçulmanas choram sem esperança. E só o Evangelho pode ser a resposta de Deus a este clamor. Jesus, a Água da Vida, pode fazer naquelas que O encontrarem uma fonte que jorre para a vida eterna.

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