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05
dez
2016

“Por Alá, vamos destruir suas cruzes”, diz Estado Islâmico aos cristãos do Iraque

POR Abraão Medeiros
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“Mesmo com a oportunidade de voltarem para suas casas, cristãos iraquianos se deparam com angústia e a devastação posteriores à ocupação do Estado Islâmico nas cidades.”

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Enquanto os cristãos começam a voltar para casa, depois de se libertarem do Estado Islâmico no norte do Iraque, a realidade angustiante posterior à ocupação do grupo terroristya está começando a emergir.

Pintado com tinta vermela nas paredes de uma loja em Qaraqosh – uma cidade majoritariamente cristã, próximo a Mosul – estão as palavras: “Por Deus [Alá], vamos destruir as suas cruzes”, segundo relatos da Reuters.

Em uma igreja visitada pela agência de notícias, Bíblias haviam sido rasgadas e espalhadas pelo chão.

Embora o Estado Islâmico tenha sido expulso de várias cidades da planície de Nínive (Iraque) como parte da ofensiva para retomar Mosul, a última fortaleza do grupo terrorista no Iraque, os acontecimentos dos últimos dois anos deixaram os cristãos iraquianos incertos sobre seu futuro dentro do país.

“Eu tenho 64 anos”, disse um homem cristão. “Se eu fosse jovem eu poderia começar minha vida de novo, mas nesta idade, o que posso fazer? Nós [cristãos] não temos futuro no Iraque”.

Qaraqosh já teve a maior população cristã do país e era o lar de pelo menos 25% da comunidade cristã do Iraque. No entanto, as tropas curdas retomaram o local para proteger a cidade e se retiraram no dia 6 de agosto de 2014, libertando a nação e somando-a outras cidades de maioria cristã, também libertas na região.

Dezenas de milhares de pessoas foram forçadas a fugir depois que o Estado Islâmico emitiu um ultimato aos cristãos: “Fujam, Se convertam ao Islã, paguem um imposto pesado ou morrerão”.

Genocídio
O Estado Islâmico já teve suas atitudes condenadas pelo Parlamento Britânico e também pelo Secretário de Estado dos EUA, John Kerry. Ambos classificaram que o que o grupo terrorista tem feito contra as minorias étnicas e religiosa no Oriente Médio (o que inclui os cristãos) pode ser configurado como genocídio.

Via: Guia-me

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